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Stone e TOTVS ajustam ofertas pela aquisição da Linx

Postado por Redação em 02/09/2020 em Notícias

Entre as mudanças, caso o acordo não seja fechado, a multa imposta à Linx foi reduzida de R$ 600 milhões para R$ 454 milhões

Outra mudança também envolve uma alteração no valor da multa, caso o acordo não seja fechado. Esse valor foi sofreu uma redução e caiu de R$ 600 milhões para R$ 454 milhões.

A disputa pela aquisição da Linx, empresa de software para o setor de varejo, ganhou novos capítulos ao longo dessa semana.

A negociação, que envolve a Stone e a TOTVS, foi atualizada quando a Stone elevou a proposta para a aquisição da Linx em 3,9%, passando para um total de R$ 35,10 por ação, ante os R$ 33,76 da proposta inicial. Na prática, essa iniciativa aumentou a oferta original de R$ 6 bilhões para cerca de R$ R$ 6,283 bilhões.

Na nova oferta, Alberto Menache, (foto), fundador da Linx, receberá R$ 95 milhões em um período de cinco anos, comparado a R$ 105 milhões ao longo de três anos, como estipulava a proposta original. Vale ressaltar que, nos termos do novo acordo, Alberto Menache é o único dos sócios que seguirá atuando na empresa.

Outra mudança também envolve uma alteração no valor da multa, caso o acordo não seja fechado. Esse valor sofreu uma redução de R$ 600 milhões para R$ 454 milhões.

A TOTVS, por sua vez, anunciou nesta terça-feira, uma oferta para cobrir uma multa de R$ 100 milhões para a Linx, caso a proposta que fez para fusão seja vetada posteriormente pelo órgão antitruste Cade.

Ainda de acordo com a TOTVS, a soma é parte da proposta que ainda está em fase final de revisão e que será apresentada aos conselheiros independentes da Linx nesta semana. Contudo, é válido ressaltar que esse valor apenas seria pago caso a proposta, após aprovada pelos acionistas de ambas as companhias, fosse rejeitada pelo Cade.

"Desta forma, a TOTVS seguirá respeitando o livre exercício do direito de voto dos acionistas da Linx, legalmente vinculado ao melhor interesse da companhia e não de terceiros, e sem que daí possam resultar em ilegítimas consequências financeiras para a própria companhia", afirmou a TOTVS.

Postado por Redação em 02/09/2020 em Notícias