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Inteligência de dados, o pai que puxa a orelha e leva à superação

Postado por Ana Paula Thesing, CMO da BIMachine em 16/06/2020 em Artigos

Maio acabou, junho entrou com a análise das métricas do mês que passou, e bum: metas alcançadas!

Muito bom mesmo, mas não teria sido ainda melhor ter superado as metas? E se, ao invés de vender o X proposto, seu comercial tivesse detectado oportunidades que possibilitassem ir até o X+2? E se esta superação tivesse ocorrido na produção? Ou nos indicadores do Financeiro, na geração de economia de compras, no alcance de satisfação do Pós-Vendas?

Estes são apenas alguns exemplos departamentais, mas a verdade é que é possível buscar o alcance e a superação de metas em todas as áreas de uma empresa. Em alguns setores isto será mais evidente, em outros menos, mas sempre será possível. Como? Simples: usando dados.

É claro que não estamos falando de quaisquer dados. Estamos falando de informação coletada, organizada, distribuída, analisada e tornada conteúdo rico de acordo com a área de interesse, com os usuários-chave, com os objetivos a serem buscados.

Isso tudo é conseguido por meio das tecnologias de Business Intelligence e Business Analytics. Trazendo para o dia a dia, estas soluções funcionam como o “pai que puxa a orelha” quando sabe que o filho poderia ir além do desempenho que vem obtendo.

Se o filho tira nota 8, mas tem potencial para mais, por que não cobrar pelo 10? Porém, só cobrar não resolve: é preciso entregar maneiras, auxiliar na busca pelo objetivo, dar caminhos para que a meta final seja alcançada/superada. E o BI e BA fazem isso. Entregam meios de obter e tratar dados para que se entenda o exato funcionamento, os gargalos, as oportunidades em aberto de cada setor de atuação – tanto no mercado, quanto dentro da própria empresa.

A inteligência de dados é necessária para dar às organizações uma visão mais ampla de seus processos, métodos e modelos de atuação, garantindo que sejam sempre elevados ao extremo de sua capacidade, conquistando tudo o que pode ser conquistado, sem perder pelo caminho, resultados que poderiam ter sido atingidos, benefícios que poderiam ter surtido para a companhia, para seus colaboradores, gestores e clientes.

BI e BA são o pai rigoroso, o treinador exigente, o Bernardinho do universo Big Data. E, por isso mesmo, fundamentais para assegurar que cada empresa extrais de sua própria operação o desempenho máximo. Nada se perde, nada deixa de ser buscado, nada fica no “poderia ter sido”: ao contrário, a palavra de ordem aqui é “tudo”. Tudo o que se possa buscar, tudo o que se deva fazer, tudo o que se irá conquistar. 

Postado por Ana Paula Thesing, CMO da BIMachine em 16/06/2020 em Artigos