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Peter Drucker e sistema ERP: qual a relação entre eles?

Postado por Ezequiel Jordão, CFO da Procenge em 16/03/2021 em Artigos

Ezequiel Jordão, CFO da Procenge

“Se você não pode medir, você não pode gerenciar”. Esse é um dos conselhos mais populares de Peter Drucker, austríaco radicado nos Estados Unidos já falecido e considerado o pai da administração e da gestão modernas.

Mesmo sendo uma frase clássica conhecida por muitos, grande parte das pessoas que começam a empreender não segue o conselho. 

Sim, sabemos que são muitos dados para registrar e acompanhar sistematicamente: Fluxo de caixa, receitas e despesas financeiras, demonstrativo de resultados (DRE) detalhando por natureza dos custos e das despesas. Também é necessário estabelecer e acompanhar alguns indicadores como a receita operacional líquida, a margem de contribuição, os custos de produção e a margem operacional líquida, entre outros.

Mesmo lidando com tantas informações, ainda há empresas que resistem em abandonar as tradicionais planilhas e realizar a transformação digital do negócio.

Ter acesso às informações e controle de todos os processos resulta numa boa gestão e na saúde econômica e financeira da empresa. Uma das formas de fazer isso é adotar um sistema de gestão empresarial, o ERP. Esse tipo de sistema tem a capacidade de obter todos os lançamentos contábeis e financeiros gerados a partir das várias funções da empresa (faturamento, contas a receber, folha de pagamento etc.).

O seu conceito principal é de integrar todas as áreas e de possibilitar à gestão uma visão precisa da empresa em tempo real, ou seja, à medida que os atos contábeis acontecem.  

É por isso que 56,8% dos entrevistados pelo Portal ERP na 4ª edição do Panorama ERP Mercado, afirmaram que o principal motivo para adquirirem um software ERP foi a melhoria na gestão da empresa e 15,21% a atualização tecnológica, além da necessidade de adequação fiscal/tributária (9,57%).

Não ter esses controles pode levar o empresário a não entregar as obrigações acessórias em seus prazos, pagar mais juros e multas e, principalmente, comprometer a saúde financeira do negócio. Com o acesso rápido aos dados gerados pelo ERP é possível tomar decisões mais assertivas ligadas à necessidade de (re) investimento, planejar com antecedência custos/despesas e realizar o planejamento tributário do negócio. 

E não estamos falando apenas sobre a organização deixar de perder dinheiro. Segundo a pesquisa realizada pelo IDG Research Services com 300 empresas de médio porte, as organizações que usam ERP passam a operar em alta performance e chegam a crescer 35% ao ano.

Um bom software ERP também tem a capacidade de gerar relatórios personalizados por meio dos quais é possível obter visões consolidadas das empresas de um grupo, agrupamentos e operações com base nas contas contábeis, centros de custos ou outras informações disponíveis.

O investimento em um sistema de gestão empresarial não é tão alto como se pensa devido às funcionalidades oferecidas, ao retorno imediato e controles que traz para a empresa. Com a sua utilização efetiva, o retorno pode vir em poucos meses, por exemplo, realizando um planejamento tributário. 

Na minha experiência na direção administrativa e financeira, percebo também o quanto é importante contar com o apoio de dashboards com dados consistentes e que fazem sentido para a empresa. A ferramenta precisa trabalhar para você e ser capaz de gerar insigths para a tomada de decisão.

E é aí que entra a capacidade de customização da ferramenta: ela se adapta às suas necessidades ou apenas repete um padrão de gestão que não funciona no seu negócio?

Na pesquisa do Portal ERP, 34,55% dos entrevistados responderam que fizeram muitas adaptações no ERP para que ele atendesse às expectativas da empresa e outros 28,55% responderam que algumas personalizações ainda precisaram ser realizadas. Seu fornecedor está pronto para isso?

Se você é um gestor e quer ter mais eficiência na gestão econômico/financeira do seu negócio adote um software de gestão ERP flexível para automatizar e integrar processos. Defina indicadores, tenha à mão relatórios que permitam dar uma visão completa da empresa, mantenha uma regularidade de acompanhamento dos resultados, planeje e controle seus fluxos de pagamento e recebimento.

 

Postado por Ezequiel Jordão, CFO da Procenge em 16/03/2021 em Artigos