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Juno é autorizada a atuar como instituição de pagamentos

Postado por Redação em 14/01/2020 em Notícias Tech

Fintech conseguiu aprovação do Banco Central, após ultrapassar o limite de R$ 500 milhões transacionados em 12 meses

Fintech conseguiu aprovação do Banco Central, após ultrapassar o limite de R$ 500 milhões transacionados em 12 meses

A fintech curitibana Juno, anunciou nesta semana, que a partir de agora ela se tornou uma instituição de pagamentos autorizada pelo Banco Central (BC).

Vale lembrar, que o pedido de autorização para integrar esse marcado, foi realizado pela companhia em março de 2019, após ela ter atingido o valor de R$ 500 milhões transacionados em um período de 12 meses. Isso porque, essa é uma marca necessária para que o Banco Central passe a atuar como fiscalizador das Instituições de Pagamento no país.

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Desse modo, a Juno passa a fazer parte de uma lista composta por outras 19 companhias, que conseguiram essa chancela, que é baseada em uma criteriosa avaliação, regulada por meio de Resoluções e Circulares. Segundo a fintech de meios de pagamento, a recente autorização deverá refletir nos resultados da startup em 2020.

Uma das principais atribuições dessa certificação, concedida pelo Banco Central, é fornecer segurança para todo o sistema financeiro do país. A autorização foi concedida pelo Departamento de Organização do Sistema Financeiro. A Juno obteve o aval em nove meses, três meses a menos do que o prazo máximo estabelecido pela instituição – antes de estabelecer a meta, a instituição levava de três a quatro anos para conduzir o processo.

"Companhias que não chegam nesse volume de R$ 500 milhões não precisam dessa aprovação. Como a Juno ultrapassou este valor no fim de 2018, deu entrada no processo.”, salientou Marta Savi, advogada da Juno e uma das responsáveis por conduzir o processo.

Ainda segundo Marta, o Banco Central realiza uma série de análises para tomar essa decisão,  entre elas destacam-se fatores relacionados a como a empresa funciona; como faz a gestão do dinheiro do cliente; como é feita a separação entre os recursos da instituição do cliente; além da forma de gerir risco e liquidez, bem como os procedimentos adotados para evitar fraudes.

 

Postado por Redação em 14/01/2020 em Notícias Tech