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Análise de dados na nuvem, mais do que estratégico, é evolução operacional

Postado por André Muraki, gerente de Data Intelligence na Logicalis em 02/12/2021 em Artigos

A adoção global de cloud computing (nuvem), como sabemos, segue o seu curso de expansão no mercado, impulsionada por inúmeros benefícios que oferece, desde redução de custos, a mais flexibilidade, escalabilidade e novas oportunidades de negócios. 

Não por acaso, o Gartner estima que os gastos globais de usuários finais com serviços de nuvem pública irão somar US$ 396 bilhões, em 2021, e crescer 21,7% chegando a US$ 482 bilhões, em 2022. Mas, uma das aplicações que hoje vêm ganhando a atenção das empresas é a análise de dados na nuvem. 

Mais do que estratégico, análise de dados, comumente conhecida como analytics, é uma evolução operacional, que além de proporcionar os conhecidos recursos do ambiente cloud, promove a democratização da transformação e análise de informações em valiosos insights, que são base para tomadas de decisões das empresas. A computação em nuvem já impactou diversas áreas de negócio e, agora, tem sido peça-chave para colocar a capacidade de análise em modo on demand. 

Sem dúvida, a nuvem é o caminho evolutivo para colocar ferramentas de análise ao alcance de todos. Não faz muito tempo, analytics era, e ainda continua sendo para muitas companhias, uma aplicação cara, além de muitas delas não terem acesso ao poder de processamento ou à capacidade de storage necessários. Na nuvem é possível usar tudo isso como serviço.

Sem contar que a diversidade de serviços oferecidos na cloud inclui recursos de infraestrutura sob demanda, garantindo às empresas suporte para alocar e trabalhar grande quantidade de dados, organizá-los e operá-los com mais facilidade, além de disponibilizar uma imensidão de recursos focados nos mais avançados algoritmos analíticos disponíveis. 

Dessa forma, os times ganham muito em produtividade por terem dados ao seu alcance, acesso a recursos analíticos avançados e estrutura adequada para trabalhar com eles, conforme a necessidade. Em arquiteturas on-premise, por exemplo, as análises muitas vezes acontecem de maneira mais restrita por conta da limitação de dados e ferramental à disposição, tendo em vista os custos associados a esse tipo de arquitetura.

A análise de dados não estruturados (como imagens, arquivos de texto, dados de sensores e e-mails etc.) é um bom caso de uso a ser considerado. No on-premise, em geral, analisar esse tipo de informação se torna desafiador devido ao volume, velocidade e variedade (os 3 V´s do Big Data), sendo necessário servidores muito robustos para processá-los, além de toda a dificuldade em organizá-los, já que as estruturas tradicionais geralmente são focadas em dados estruturados. Por outro lado, a nuvem possibilita a robustez, escalabilidade, economicidade e variedade de ferramentas que ajudarão nesse desafio, já que nela encontramos todos esses atrativos para executar uma estratégia bem-sucedida de análise.     

Mais agilidade e análise de nicho

Uma das grandes vantagens da análise de Big Data na nuvem é a maior disponibilidade dos dados, e com segurança. Isso porque garante agilidade no acesso, estruturado de maneira inteligente, dinamizando operações e possibilitando análises de variadas fontes.

Outro ponto interessante é que a nuvem centraliza os dados e, assim, permite facilidade de integração e mais disponibilidade das informações da empresa. E mais: com a vantagem da mobilidade, a partir de qualquer lugar, em sistemas integrados. Assim, ela expande os horizontes. Se você desenha uma estratégia de dados, sabendo quais objetivos quer atingir e o que precisa ser analisado, a nuvem oferece uma quantidade infinita de aplicações e de espaço para isso.

Desta forma, dados estruturados e não estruturados são transformados em uma base analítica na nuvem, prontos para serem consumidos de maneira ágil pelas diversas áreas e por cientistas de dados. Toda essa movimentação ágil, com escalabilidade, processamento rápido e flexibilidade, possibilita expandir, reduzir e até mesmo desligar toda a infraestrutura quando necessário. 

Ou seja, ao atualizar com facilidade a movimentação de dados estratégicos da organização, por meio da análise e obter insights inusitados, você torna a operação altamente competitiva e sem limites na nuvem. Uma verdadeira evolução operacional!

Foto: André Muraki, gerente de Data Intelligence na Logicalis

Postado por André Muraki, gerente de Data Intelligence na Logicalis em 02/12/2021 em Artigos

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