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A integração dos softwares corporativos com assistentes pessoais gera novas possibilidades de interação ao usuário

Postado por James Barroso, Go To Market Latam Director da Infor em 25/05/2022 em Artigos

Um dos desafios dos desenvolvedores de softwares corporativos é contribuir para que as empresas, independente do setor de atuação, possam gerar oportunidades de trabalho aos profissionais que possuem algum tipo de deficiência.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada pelo IBGE, 3,4% da população brasileira com mais de 2 anos têm deficiência visual e 2,7% deficiência nos membros superiores, sendo que 28,3% das pessoas com deficiência em idade de trabalhar (14 anos ou mais de idade) estavam trabalhando, ante 66,3% das pessoas sem deficiência. 

Quanto mais os postos de trabalho demandam a utilização de softwares, cresce a necessidade dos fabricantes desenvolverem produtos, que possam ser usados por profissionais independente destes terem ou não algum tipo de deficiência. Há alguns anos, observamos que os Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP) devem evoluir para Plataformas de Aplicativos Empresariais (EAPs) e terem três características arquitetônicas: 

• Estender: permitir às empresas estenderem e/ou personalizarem os softwares empresariais usados, incluindo a possibilidade do usuário adicionar campos, alterar menus, entre outros;

• Integrar: possibilitar a integração dos softwares corporativos entre si e às tecnologias de automação corporativa;

• Construir: oferecer às empresas a possibilidade de criar seus próprios aplicativos independentes e agregá-los na plataforma. 

Basicamente, a tecnologia precisa se complementar. Os softwares precisam ser desenvolvidos para que os clientes possam adquiri-los e customizá-los, se necessário, para atender aos seus desafios. Essa possibilidade de integração e customização não deve ser restrita aos softwares. Ela  precisa se estender aos devices existentes, seguindo outra tendência do setor, que é a humanização na interação com o usuário.  

Integração com novos dispositivos 

Os softwares corporativos devem ser desenvolvidos de modo que seja possível se conectar com os dispositivos disponíveis no mercado e não estar limitado a funcionar apenas nos computadores, formados por uma tela, um teclado físico no formato QWERTY e um mouse. A interação por meio de dispositivos com a tecnologia de comando de voz Alexa e que já estão presentes nas casas das pessoas, agrega valor no setor produtivo e permite uma nova interação entre o usuário corporativo e as informações que ele precisa acessar. 

A possibilidade de interação do usuário com inteligências artificiais interligadas ao EAP da empresa e que também podem ser conectadas à inteligência artificial comandada por voz e desenvolvida por uma das principais empresas de tecnologia do mundo, pode causar um grande impacto no ambiente produtivo, pois, possibilita a interação de profissionais que possam ter alguma limitação visual ou mesmo alguma deficiência nos membros superiores com o EAP da empresa, por meio de comandos de voz e não mais uma interação limitada por uma tela, um teclado e um mouse físicos. 

Desta forma os colaboradores, que realizam trabalho de campo ou precisam estar com as mãos livres, podem interagir com o EAP da empresa do local em que estiverem ou enquanto realizam outras tarefas e receber análises feitas pela inteligência artificial, isso possibilita aos profissionais tomarem decisões mais assertivas em momentos críticos de suas atividades.  

Ao criar produtos capazes de permitir a integração com a inteligência artificial comandada por voz e usada em devices disponibilizados no mercado, os fabricantes de softwares corporativos  podem gerar uma interação mais eficiente aos seus clientes, sem a necessidade de ingressar no setor de desenvolvimento de hardwares, facilitando o uso e acesso à informações para as pessoas que possam ter alguma limitação visual, motora ou que precisam estar com as mãos livres enquanto realizam uma tarefa.   

A realidade vista nos filmes do super-herói Homem de Ferro, onde a inteligência artificial de sua empresa recebia comandos do personagem mesmo quando esse não estava no ambiente corporativo, que viria a ser comandada por um óculos e auxiliava o persona mesmo quando esse não estava no ambiente corporativo, que viria a ser comandada por um óculos e auxiliava o personagem a desenvolver seus projetos, já pode ser uma realidade para muitas empresas, inclusive no Brasil.

Foto: James Barroso, Go To Market Latam Director da Infor

Postado por James Barroso, Go To Market Latam Director da Infor em 25/05/2022 em Artigos

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