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Poder de decisão como serviço

Postado por

Eduardo Pugliesi

em 27/03/2017 em Artigos

A resposta é que existe a possibilidade de atender a todas essas perguntas pagando apenas sobre a geração e utilização...

A resposta é que existe a possibilidade de atender a todas essas perguntas pagando apenas sobre a geração e utilização da informação conforme a demanda das áreas de negócios. Trata-se de um modelo diferente do que é proposto hoje e que inclui a criação, a manutenção e a atualização de todo um ambiente com profissionais capacitados.

A dor das empresas na gestão e nas análises de dados provém de vários fatores, tais como as infraestruturas que não foram projetadas para atuar de forma holística e o ambiente que foi construído de forma desconectada entre os departamentos. Criar e manter um time coeso e atualizado dentre as diversas plataformas existentes exige um alto custo. E isso significa que poucas empresas têm esses pilares alinhados, o que inviabiliza o aproveitamento do poder dos dados que coletam.

É neste cenário que o Analytics-as-a-Service (AaaS) chega como uma proposta para agregar vantagem competitiva ao negócio. Em outras palavras, o AaaS, que nada mais é do que a terceirização de todo ambiente, pessoas e ferramentas, resulta na entrega do resultado e de insights e, se necessário, atua diretamente junto a área de negócio para a execução de determinadas ações sobre a informação.

A interface elimina a necessidade de suporte interno de TI e investimento em infraestrutura, uma vez que é disponibilizada em nuvem por meio da modalidade SaaS (Software as a Service). As empresas, então, acessam as análises de que precisam e quando precisam, permitindo uma maior agilidade à resposta de cenários. Mais do que um serviço em nuvem, o modelo ajuda as empresas na concepção de uma estratégia para que os dados estejam em alinhados aos objetivos de negócios.

A proposta deve atender, essencialmente, os pontos de dores dos clientes, ajudando-os a enxergar questões emergentes e a compreender as necessidades não satisfeitas, como por exemplo, a gestão da carteira de crédito para prever retornos e perdas, ajustando o risco à identificação de ações corretivas e preventivas de perdas; a análise da marca e reputação para medir sentimentos, permitindo a segmentação comportamental; a análise para descobrir relacionamentos e padrões ocultos de comportamento do consumidor e do fraudador, fornecendo a detecção da fraude mais rapidamente com a integração em tempo real, assim como a melhora da capacidade individual de monitoramento de comportamento, entre outros.

O Analytics-as-a-Service fornece o poder de decisão com base em dados quantitativos. Basicamente, sai da mera acumulação de dados e de suas interpretações para a geração de um entendimento profundo, que oriente a tomada de decisão, ou seja, permite criar planos de ação concretos. O motor deste crescimento é a necessidade de melhorar a satisfação do cliente e o desempenho operacional. E, como consequência, fomentará o desenvolvimento de novos mercados, segmentos, clientes e oportunidades.

Postado por

Eduardo Pugliesi

em 27/03/2017 em Artigos