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Conexão e integração: O futuro do ERP

Postado por Tiago Brandes, CEO da Mercos em 11/06/2019 em Artigos

O universo dos negócios não pode mais ser visto sem a presença de tecnologias digitais. Uma das ferramentas que ajudou a compor esse cenário é, sem dúvida, o ERP (Enterprise Resource Planning)

Essa categoria de software começou a ser desenvolvida nos anos de 1980 e, desde então, passou por diversos avanços. Apesar de mais de três décadas terem se passado, estamos longe de enxergarmos sua obsolescência. Pelo contrário, a tendência é que as empresas de ERP se transformem em plataformas de soluções cada vez mais completas.

O que percebemos na dinâmica dos negócios são companhias mais especializadas e focadas em aperfeiçoar seu core principal. Fazer “de tudo um pouco”, de maneira superficial, definitivamente não deve estar mais no horizonte das corporações. É neste ponto que as alianças abrem um enorme potencial para as empresas de ERP.

A MarketWatch, agência internacional de análises financeiras, projeta que o mercado mundial do segmento será de U$ 47 bilhões em 2022, o que implica em crescimento anual de 7%.

Somando a esse contexto o fato de que o Brasil detém o nono maior mercado de software e serviços de TI do mundo, de acordo com números da ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), podemos dizer que o espaço para crescer é enorme.

E uma das melhores maneiras para os ERPs conquistarem mercado é, justamente, possibilitando a integração com empresas que completem suas soluções. Supondo que o core de um ERP seja gestão industrial, é possível se integrar com uma empresa que tenha um software de gestão de vendas, por exemplo. Assim, conseguirão oferecer ao cliente uma plataforma robusta de serviços digitais, que ampliará sua capacidade de gestão e performance.

A aliança com essas empresas complementares também traz a possibilidade de ganhos mútuos em receita. Em primeiro lugar, porque é bem mais barato e rápido procurar um parceiro especializado no serviço do que desenvolver um sistema “em casa”, do zero.

Em segundo lugar, quem adota essa estratégia acaba se diferenciando dos concorrentes: agregando mais soluções é inevitável tornar-se mais atrativo. Além disso, há sempre a possibilidade de acessar novos mercados, tanto pela capacidade de entrar na carteira de clientes do parceiro, quanto por oferecer novas funcionalidades, que podem interessar a nichos ainda não explorados.

A retenção dos clientes também aumenta, pois quem tem contratada uma cadeia de soluções integradas com uma empresa, dificilmente trocará de fornecedor. Entregar uma solução completa, por meio de integrações, e se tornar cada vez mais indispensável para seus clientes é um caminho sem volta.

Foto:Tiago Brandes (CEO, Mercos)

Postado por Tiago Brandes, CEO da Mercos em 11/06/2019 em Artigos