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Centro Hospitalar otimiza performance de dados com solução de gestão

Postado por Redação em 14/06/2019 em Mercado

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz adotou a solução Oracle Exadata Cloud at Customer

Com o intuito de ampliar sua capacidade de performance nos dados e informações em tempo real, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz escolheu a versão em nuvem Cloud at Customer da Oracle Exadata.

Como um dos resultados dessa implementação, realizada em maio do ano passado, a equipe de TI da instituição informou que passou a solucionar e responder de maneira mais rápida problemas que, em geral, demandavam mais tempo para serem solucionados.

A solução Oracle Exadata Database Machine, foi adquirida pelo Hospital em 2013, contudo o processo de implementação da nuvem só foi realizado em maio de 2018. Segundo Fábio Gamer, CIO do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, para chegar a um novo patamar com uma entrega mais performática de seus serviços, a empresa compreendeu a necessidade de possuir uma plataforma mais robusta. Por já trabalhar com a Oracle há 2 anos, a instituição optou por adotar sua solução em nuvem, com o objetivo de, entre outras coisas, ajudar o hospital a atingir suas expectativas de crescimento para os próximos anos.  

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Após a implementação, O hospital informou que além de contribuir na gestão de farmácia e de toda a área financeira, abrangendo inclusive a gestão de estoque hospitalar, o sistema projetado pela Oracle Exadata Cloud at Customer também tornou possível para administrar toda a parte de controle assistencial, que envolve procedimentos como prontuário eletrônico, registro dos pacientes, administração medicamentosa e outras ordens e controles médicos.

Para o vice-presidente de Tecnologia da Oracle, Alexandre Maioral, com boa parte do controle de informação e volume de dados sendo cuidados pela empresa, a equipe de TI do hospital deixou de se preocupar com a parte mais técnica, como por exemplo, o gerenciamento de banco de dados, e passou a dedicar sua atenção para problemas de cunho mais complexos de integrações, vulnerabilidade de dados e continuidade do negócio.

“Queríamos ter uma solução para operar 100% no caso de uma catástrofe. Muitos hospitais têm sistemas de contingência e desastres, mas que só funcionam com 20% da capacidade de atendimento. Agora, pergunte a um executivo de uma empresa qualquer se ele consegue fazer seu negócio rodar plenamente apenas com 20% da sua capacidade de operação? A resposta é não.”, concluiu Fábio, CIO do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Postado por Redação em 14/06/2019 em Mercado