Qual a melhor hora para a pequena empresa trocar o ERP?

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As pequenas empresas mudaram muito nos últimos tempos, indo rumo à transformação digital dos negócios.

Apesar disso, a forma como algumas companhias gerenciam seus negócios, em muitos casos, continua a mesma, gerando um gap na capacidade de lidarem com as grandes transformações do mercado que surgem em velocidade cada vez mais acelerada. 

Esse cenário se deve ao fato de que muitos gestores ainda acreditam que a troca dos sistemas de gestão por soluções de ERP mais robustas e que acompanhem o ritmo do negócio e do mercado, é muito arriscada e pode trazer mais desafios do que benefícios.

Enquanto outros ainda creem que este upgrade é uma iniciativa cara, que somente as grandes empresas podem bancar.

Mas a verdade é que, sem essas versões mais atualizadas, voltadas para as melhores práticas de gestão e aptas para atender às necessidades específicas de cada mercado, as companhias tendem a literalmente parar no tempo, pois ficam impossibilitadas de atender, por exemplo, às obrigações fiscais, às leis trabalhistas, como no caso do eSocial, etc. Além disso, ficam mais vulneráveis a falhas humanas, queda de produtividade e outros problemas que podem causar sérios danos aos pequenos negócios. 

Para ajudar a responder a esse questionamento, elenco abaixo cinco ‘sintomas’ que alertam se a empresa está precisando de fazer um upgrade na gestão.

Perda de tempo: Se o gestor e sua equipe ainda estão consumindo muito tempo em processos manuais, como preenchimento de planilhas “paralelas”, replicação de dados para diferentes sistemas, entre outros, é hora de avaliar a adoção de outro ERP, mais atualizado e que permita a integração das áreas corporativas.

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Carência de dados: Se faltam dados sobre a saúde financeira da empresa, como por exemplo, quanto dinheiro há em caixa, quanto de capital de giro é necessário, quanto é gasto com cada processo corporativo, etc., o investimento em um novo sistema de gestão é algo que deve ser avaliado com urgência.

Insuficiência de estoque: Se não há integração entre frente de caixa com o estoque, a companhia fica suscetível a problemas com entregas, controle (validade, precificação e ordenança), falta de produtos, e, consequentemente, a perda de vendas por não haver mercadorias suficientes para atender aos clientes.

Miopia comercial: Se o gestor não sabe o que está se passando com seus vendedores, os negócios ficam à deriva, sem capacidade de planejamento, o que compromete a estabilidade da empresa. Ter uma visão completa das equipes de venda é fundamental para os gestores saberem se estão batendo as metas, quais funcionários estão rendendo e quais precisam se dedicar mais para alcançar melhores resultados. 

Sangramento financeiro: Se a companhia está perdendo dinheiro por causa de processos equivocados, desnecessários, ou maus executados. Nada dói mais para um pequeno empresário do que prejuízos, ainda mais os que poderiam ser evitados.

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Mas, cuidado! É de extrema importância entender que a boa gestão transcende o uso do ERP. Os sistemas até podem dar acesso aos dados e informações necessárias para o melhor controle do seu negócio, mas é fundamental você conhecer, entender e aplicar as melhores práticas de gestão para alavancar os resultados que sustentam o negócio.

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