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Quais são (e como resolver) os principais gargalos da linha de produção?

Se comparada ao corpo humano, a linha de produção pode ser descrita como o coração de uma fábrica. Ali, todas as demais funções da indústria ganham direção e sentido, prolongando a saúde e a viabilidade da operação.

Quando há algum desvio, porém, as consequências costumam ser graves — e impactar as demais unidades de negócio. Assim como o bom funcionamento do coração, em se tratando de biologia, assegura uma vida mais tranquila e produtiva, o alinhamento da produção garante resultados perenes e duradouros à companhia.

Fica evidente, portanto, que a sinergia da fábrica deve ser uma prioridade corporativa. Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso dispor de ferramentas ágeis e integradas, capazes de potencializar a performance e os indicadores da produção. A tecnologia desponta como a melhor alternativa gerencial.

O que é um gargalo de produção?

No dicionário, o termo “gargalo” ganha um sentido figurativo, referindo-se a um “obstáculo em algum processo; empecilho”. O significado é que se adapta perfeitamente ao ambiente empresarial, no qual entraves processuais podem causar transtornos e prejuízos.

A linha de produção é, sem dúvida, o cenário mais comum para os gargalos identificados nas indústrias, uma vez que estão diretamente relacionadas ao core business e acabam por afetar toda a estrutura corporativa.

No contexto empresarial, um gargalo produtivo pode ser descrito como um desvio específico em alguma das etapas do fluxo produtivo, dificultando o cumprimento de metas e dilapidando a produtividade das equipes.

Considerando a complexidade de uma linha de produção convencional, na qual uma sequência minuciosa de tarefas dá forma aos itens comercializados, fica fácil entender a relevância de manter uma observação atenta e de, caso algum problema seja relatado, agir proativamente para corrigi-lo o mais breve possível.

Na prática, portanto, o gargalo de produção deve ser entendido como uma barreira operacional, travando a execução das rotinas conforme o padrão previamente estabelecido.

Não seria equivocado dizer, ainda, que a ocorrência de falhas está geralmente associada a vulnerabilidades estratégicas, gerenciais e tecnológicas – e que todas elas são perigosas para a saúde do negócio.

 

Como identificar um gargalo na linha de produção?

As características de um gargalo produtivo confirmam a necessidade de preveni-lo e, caso ocorram, saná-los de imediato. O primeiro passo para uma operação cada vez mais produtiva e sinérgica é estabelecer procedimentos padronizados e criar mecanismos que mensurem as atividades em execução.

De forma geral, a identificação dos gargalos produtivos pode tomar duas formas distintas: uma delas, bastante prejudicial ao negócio; a outra, extremamente valiosa à competitividade.

Quando os gargalos são conhecidos de forma tardia, somente no momento da análise de resultados de ciclos longos (três ou seis meses, por exemplo), os prejuízos já foram registrados e, a respeito deles, há muito pouco a fazer.

Neste contexto, o caixa já foi fragilizado em função do desperdício de matéria-prima e da improdutividade dos recursos humanos, ambos bastante onerosos. A reversão é difícil, mas só pode ser plenamente orquestrada se contar com recursos de otimização e controle.

Há, porém, um modo mais assertivo de visualizar (e corrigir) os gargalos produtivos.

Ao dispor de dados consistentes e atualizados em tempo real — tais como painéis gerenciais —, os líderes podem monitorar o desempenho das máquinas e das equipes, minimizando a possibilidade de desvios.

Ao final do turno, por exemplo, também é possível extrair relatórios que condensem as informações operacionais e demonstrem indícios de irregularidades. Dessa forma, os impactos negativos são suavizados por meio da ação rápida e consistente, atingindo o foco do problema e contornando-o imediatamente.

A conclusão, portanto, é de que a identificação ágil dos gargalos de produção é uma exigência do mercado moderno e uma condição essencial à competitividade.

As indústrias bem-sucedidas são, sem dúvida, aquelas que conseguem utilizar informações e balanços internos a favor de suas operações e de seu processo de melhoria contínua.

 

Quais são os principais gargalos produtivos?

Independentemente do segmento ao qual se dedique, é comum que as indústrias apresentem semelhanças operacionais. Por consequência, os gargalos produtivos também são similares — o que, em certa medida, facilita o aprendizado e a evolução do setor — e podem ser categorizados com certa facilidade.

 

1. Falha na gestão de matéria-prima

A produção requer a disponibilidade de insumos, mas há muitos fatores complementares envolvidos na gestão de fornecedores e de matéria-prima.

Para evitar gargalos na produção diária ou semanal programada, por exemplo, é necessário manter uma relação de confiança com o parceiro, assegurando entregas no prazo e produtos de qualidade.

O não cumprimento de prazos na fábrica comprometem toda a cadeia de resultados da organização, já que a falta de produtos significa menos venda e entrega e, por consequência, menos margem de faturamento.

 

2. Falta de acompanhamento na produção

Por mais que haja uma padronização de processos na fábrica, sinalizando a sequência operacional ideal e as ferramentas necessárias a cada etapa, o acompanhamento continua desempenhando papel fundamental na produtividade da linha.

E não se trata apenas de um supervisor. A tecnologia de gestão permite a visualização em tempo real das atividades, contabilizando o tempo operacional de cada homem/máquina e projetando a capacidade produtiva.

A ausência de mecanismos de monitoramento implica em desconhecimento e em letargia de ação. E você sabe: o mercado não costuma ser complacente com falhas repetitivas.

 

3. Ausência de controle de estoque

Assim como a análise frequente da matéria-prima é imprescindível para o bom funcionamento da linha de produção, o controle de estoque é fundamental para garantir a lucratividade da operação.

Neste aspecto, é importante que os gestores se dediquem a verificar a demanda e a entender possíveis sazonalidades em seus segmentos, garantindo mais assertividade no controle produtivo.

Estoque inflado e com baixa saída é um grande risco à saúde financeira do negócio; afinal, a depreciação nos imobilizados da empresa, máquinas por exemplo, que estão produzindo produtos com baixa saída, afeta o custo da produção do item e pode transformar o lucro em prejuízo. Uma vez em que o estoque esteja parado, o resultado da empresa é prejudicado, já que o custo não pode ser revertido em venda.

 

Como é possível minimizá-los e resolvê-los?

Os gargalos apontados são relativamente comuns e é possível que um (ou mais) deles esteja afetando seus resultados agora mesmo. Vale a preocupação, é claro, mas a ação é ainda mais primordial.

Ao dispor de recursos eficientes, as lideranças corporativas são capazes de sanar problemas recorrentes e de maximizar a competitividade, alavancando a rentabilidade da fábrica. Dentre as ferramentas mais valiosas, destacam-se:

  • o mapeamento do processo de produção, relacionando e padronizando o encadeamento de atividade e quais recursos (insumos, máquinas etc) estão envolvidos em cada fase de operação;
  • a definição do processo mais eficaz (em linha, em lote ou em projeto, por exemplo), considerando as particularidades e os objetivos do negócio;
  • a implementação de KPIs (Key Performance Indicators), que funcionam como indicadores de avaliação e permitem a conferência rápida e eficaz, evidenciando a eventual necessidade de ajustes;
  • a criação (e a manutenção) de uma rotina assídua de acompanhamento, baseada em dados críveis e atualizados, empoderando gestores e decisões.
  • a programação da fábrica (plano mestre) é o que norteia tudo que será produzido, o tempo gasto, e a capacidade de atender o prazo de entrega, os insumos para a produzir e se os recursos serão suficientes.

Na prática, é preciso que os líderes empresariais enxerguem o potencial de suas linhas de produção e possam explorá-lo com foco e consistência. Para isso, a tecnologia de gestão é crucial, agindo como um catalisador das melhores práticas administrativas.

Os gargalos produtivos prejudicam a produtividade e comprometem a performance da companhia. Por isso, a missão de preveni-los deve ser uma prioridade — e um software integrado é a resposta para muitos dos problemas da fábrica.

Areco ERP é um software robusto, integrado e atualizado. Há mais de 30 anos no mercado e com vasta experiência na gestão de indústrias, o ERP confere mais segurança e autonomia aos gestores, que conseguem identificar eventuais desvios operacionais de forma rápida, clara e consistente.

O sistema é modular e contempla todo o workflow corporativo. Assim como alavanca as rotinas do chão de fábrica, garantindo a padronização de atividades e os procedimentos de qualidade, também permite a análise dinâmica das informações produtivas, relatando — em seus mais de 2 mil relatórios disponíveis — o panorama do negócio em tempo real.